sexta-feira, 20 de abril de 2012
Quando vi no blog da Mamã Martinho: http://mamamartinho.wordpress.com/ as gomas que ela tinha feito fiquei com imensa vontade de também experimentar.
Lembrei-me de imediato do tempo em que os meus filhos eram pequenos e em que eles queriam ,à força, ir todos os dias a Trás-os-Montes para comprar "daquelas caixinhas".
Ora, as "tais caixinhas" não eram nada mais nada menos, que as primeiras gomas que apareceram no mercado português. Vinham em embalagens baixinhas com 4 ou 6 gomas, fechadas a vácuo e que eram mais difíceis de encontrar que sei lá o quê.
Mas o certo é que no Verão e naquele supermercado as encontrávamos sempre. Daí o quererem lá ir comprá-las.
Eles cresceram mas o gosto pelas gomas ainda perdura.E, de vez em quando lá compram um saquito delas.
Escolhem sempre das que não têm açúcar. (do mal o menos).
Como não tinha formas para as fazer, passei pelo El Corte Inglês .
Achei vários tipos, umas com cavidades maiores que outras e acabei por me decidir pela azul com desenhos estilo frutos do mar.
Preço quase 7 €. Mas havia outras marcas mais caras.
Chegada a casa fui logo experimentar.
Cheguei à conclusão que as gomas ficam um pouco finas demais.
Então, um destes dias passei pelo Ikea e comprei outras 2, bem mais baratas.(como comprei mais coisas não posso dizer ao certo o preço).
Uma com corações e outra com peixinhos.
Apesar de serem formas para gelo (havia com mais desenhos- estas eram mais moles, pelo que se adaptaram ao uso que lhes pretendia dar)
Se alguém quiser comprar aconselho a dos peixinhos pois é muito mais fácil o desenformar.
Como fiz:
1 dl de água fria.
1/2 pacote de gelatina neutra em pó ( Cada pacote Royal tem 10 gr e equivale a 6 folhas de gelatina)
1 saqueta de gelatina Royal sabor a gosto.(cada saqueta tem 85 gr de pó)
Num tachinho pôr a água fria e a gelatina neutra.
Mexer com colher de pau ( as de metal fazem cristalizar o pó)
Levar então a lume brando mexendo sempre.
Assim que começar a ferver juntar a gelatina com sabor e mexer sempre até levantar fervura.Deixar ferver mais uns segundos.
Retirar do lume e mexer para amornar.(pode pôr o tacho em água fria)
Passar as formas por água fria e sacudir.
Com uma colher pequena encher as forminhas.
Pode levar ou não ao frigorífico.
Passado pouco tempo (mesmo arrefecendo à temperatura ambiente) pode desenformar e guardar em caixas herméticas.
A receita que publico dá para cerca de 20 gomas
Nota:
Um dos sabores utilizados foi de laranja.
Utilizei 1 dl de sumo de laranja em vez de água.
Como a laranja tem acidez natural eu tive medo que não solidificasse bem e acrescentei 1 colher café rasa de açúcar .
Ficou com a consistência desejada.
A opinião foi favorável.
sábado, 14 de abril de 2012
TARTE TATIN
sexta-feira, 6 de abril de 2012
FARINHEIRA COM OVOS
quinta-feira, 5 de abril de 2012
sábado, 17 de março de 2012
MOUSSE CHOCOLATE COM MENTA-CHOCOLATE
Mais informação:
Como da primeira vez só utilizei as folhas de menta-chocolate e o gosto ficou subtil, e porque aqui em casa gostam mesmo daquele sabor tão característico dos chocolates After-Eight, decidi que da próxima vez aumentaria a dose das folhinhas.
Contudo, além das folhinhas acabei por juntar também os "tronquinhos " de cima- os mais tenrinhos- dos pézinhos da menta.
TRiturei mais intensamente para que não aparecessem bocadinhos duros do caule.
(No copo do triturador juntei 2 ovos inteiros - enquanto bati os restantes numa taça onde juntei o chocolate e a manteiga derretidos em banho-maria).
Utilizei 6 pézinhos (cada um tinha uns 10 cm)
Fabuloso!
Ficou com um cheirinho e um gosto tal qual se tivesse utilizado aquele chocolate.
E mais saudável pois a hortelã é um produto natural enquanto o chocolate não.
sexta-feira, 9 de março de 2012
PESCADA EM MASSA FILÓ
Quando há uns tempos comprei 2 embalagens de massa filó pensava que as mesmas tinham menos quantidade de massa.
quarta-feira, 7 de março de 2012
CREPES DE NUTELLA COM BANANA
Todos sabem que em França os crepes estão para os Franceses como em Portugal a sardinha assada ou o caldo verde para os portugueses.
Mas a verdade é que não era habitual eu ter estas experiências em casa.
(mas sou cliente de algumas gelatarias que os servem divinais....daqueles com recheio de gelado e cobertos com chantily e chocolate quente....sabem? Não sabem?)
Mas um dia vi à venda umas máquinas de crepes de tamanho pequeno- Imaginei logo os pequenos almoços diferentes de Domingo, onde cada um os pudesse rechear a seu gosto-.
Poucos segundos passaram até que a comprasse.
Além da máquina comprei também um livro de receitas.
Chegada a Lisboa a minha filha enamorou-se dela ...É obvio que a máquina mudou de dona naquele instante.
Resultado: como os faço poucas vezes eles são feitos numa frigideira anti-aderente.
E de vez em quando lá sai um lanche ajantarado (sim....comemos tantos que já ninguém consegue jantar).
Uns preferem os crepes com queijo e fiambre.
Mas esses, confesso que não consigo comer mais que 2 pois enchem demasiado.
E se eu não fosse tão gulosa talvez preferisse outros que não os de Nutella com banana.
Confesso a minha gulodice e só vos digo: são mesmo uma delícia!.
Costumo fazer só metade da receita e já dá para 4 pessoas. Tudo depende também do tamanho da frigideira (ou máquina) que se utilize.
MASSA:
250 gr de farinha sem fermento
3 ovos grandes
50 cl de leite de vaca(ou de soja)
1 colher de sopa de óleo
2 colheres de sopa de água de flor de larangeira (comprei no El Corte Inglês)
1 pitada de sal
Como fazer:
Numa taça deitar a farinha e o sal.
Juntar os ovos já batidos.
Bater com a batedeira até que a farinha esteja bem desfeita.
Juntar o leite, em fio,
Juntar o óleo e a água de flor de laranjeira
Tapar e deixar repousar cerca de 1 hora.
Findo este tempo colocar um pouco de massa numa frigideira anti-aderente previamente humedecida com um pouco de óleo (costumo passar com um guardanapo embebido em óleo o que dá para fazer 2 crepes e só no seguinte ponho mais óleo)
Deixar alourar bem desse lado e só de seguida voltar para alourar do outro lado.
Para fazer estes de Nutella o melhor é barrar o crepe ainda quando está a cozer a 2ª parte, pois o creme desfaz melhor. Junta logo a banana que entretanto foi fatiada, dobra em quatro e depois....
Bom apetite!
terça-feira, 6 de março de 2012
CHEESECAKE COM MORANGOS
CHEESECAKE COM MORANGOS
Posso dizer que o resultado final do cheesecake com morangos que mostrei ainda na forma no dia 14 não foi aquele que esperava.
Podem aplicar-se aqui 2 velhos ditados” a pressa é inimiga da perfeição” e “vale mais fazer mal que não fazer nada”.
Resolvi pela manhã fazer esta sobremesa para o jantar. Tinha as natas e tive de comprar o queijo mascarpone.
Só que, atendendo ao tamanho da forma (26 cm), depois de ter batido o queijo tive de ir ao supermercado comprar outra embalagem, senão ficava uma camada muito fina.
Mas no final acabou por sair uma enorme camada e não ficou muito bem. Aliado ao facto de acabar de ser feito por volta da hora do almoço não ficou com a consistência desejada na hora de comer.
Como não tinha compota de morango mas tinha uma embalagem optei por os triturar e juntar folhas de gelatina.
Não gostei desta cobertura pois ficou insípida. Com doce ou uma camada fina de gelatina normal e depois enfeitada com morangos seria muito melhor.
Mas como foi o primeiro que fiz. E “à primeira cai qualquer e à 2ª cai quem quer” , espero que , no futuro saia bem melhor (se houver uma 2ª vez, claro está)
Saiu comestível mas poderia ter saído bem melhor
Base:
2 pacotes bolacha Maria torrada
125 manteiga à temperatura ambiente
2 colheres sopa de chocolate em pó Pantagruel.
Piquei as bolachas na 1.2.3 .
Juntei a manteiga amolecida.
Acrescentei o chocolate em pó.
Amassei tudo muito bem e forrei a tarteira amovível.
Levei ao frigorífico
Recheio:
2 embalagens queijo mascarpone
2 pacotes natas frescas Longa Vida
5 colheres sopa de açúcar em pó
1 colher chá de sumo limão
Bati o queijo mascarpone com o açúcar e o sumo do limão.
Noutra taça bati as natas e quando estavam bem espessas juntei ao batido do queijo.
Deitar esta mistura sobre a base e levar ao frigorífico até endurecer bem
Cobertura:
1 embalagem de morangos
açúcar a gosto
4 folhas gelatina incolor
amoras , hortelã e alguns morangos para enfeitar
Pôr as gelatinas a demolhar em água fria.
Triturar os morangos. Acrescentar o açúcar e levar ao lume até desfazer, mexendo bem.
Enquanto quente, juntar as folhas da gelatina bem escorridas e mexer bem .
Arrefecer, mexendo sempre e colocar sobre a mistura do queijo que já deve ter algumas horas de frio.
Enfeitar logo com os morangos ,amoras e hortelã .
Vai ao frigorífico até servir.
Só então se tira o aro à forma.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
DIA DOS NAMORADOS
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
COGUMELOS PORTOBELLO RECHEADOS COM ESPINAFRES
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
MOUSSE DE DIÓSPIRO
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
BROINHAS DE BATATA DOCE E AMÊNDOA
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
BOLO SALGADO DE AZEITE E ALECRIM
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
SOPA DE ESPARGOS COM PRESUNTO E COGUMELOS
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
MOUSSE DE CHOCOLATE COM PÊRA ABACATE
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
BOAS FESTAS
O Natal aproxima-se a passos largos.
Vai sendo tempo de começarmos a planear as nossas festas em família.
Pensar qual a melhor ementa para satisfazer os nossos familiares e amigos.
Caprichar na apresentação da mesa da consoada.
Comprar com antecedência os presentes. (se ainda houver dinheiro para os comprar, claro está!).
Enfim... organizar tudo com tempo para que naqueles dias nada falte , tudo seja feito a tempo e horas, sem aquelas correrias loucas de última hora bem à moda portuguesa...
E no final ainda tenhamos tempo para cuidar de nós e aparecermos frente aos convivas com um ar jovial, nada cansado e muito bem disposto.
Depois... lembre-se que a dona da casa, aquela pessoa que põe a mesa... faz a comida... e recebe os convidados... não é uma super mulher.
Mesmo que a ajudem nesses momentos, há algo muito precioso e que permite "ganhar" muito tempo (e dinheiro).
Então... porque não pensar apenas nos pratos especiais e deixar (e combinar) que as sobremesas e os doces natalícios sejam trazidos por quem vem à nossa consoada?
E porque mais vale prevenir que remediar e nada falte no momento exacto, ora vamos lá, desde já, munir-se de um bloco e uma caneta e apontar toda a lista de compras necessárias.
É que... a nossa cabeça não se consegue lembrar sempre de tudo e é na hora H que esta ou aquela coisa falta.
E para quê andar com stress de última hora?
E com o plano elaborado com tempo tudo corre pelo melhor!
DESEJOS DE:
BOAS FESTAS para todos.
Tenho andado afastada mas espero que haja mais tempo para dedicar, brevemente, a este blog.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
SALADA DE FRANGO
Já várias vezes referi que na minha casa os restos de comida são, quase sempre, reaproveitados.
Depois é mesmo dar uma espreitadela aos mantimentos que estão a mais no frigorífico ou na despensa.
Desta vez havia frango assado e meia embalagem de queijo feta (que se não se comesse por aqueles tinha como destino o caixote do lixo).
SALADA DE FRANGO
INGREDIENTES:
Frango cozinhado e desfiado.
Queijo feta cortado em quadrados pequenos
Ovo cozido
Nozes
Alface fatiada
Tiras finas de pimento vermelho
Tomate seco
Bróculos cozidos
Maçã com casca
Depois é só cozer os ovos e os bróculos. Quando estiverem frios cortar e juntar aos outros ingredientes . Por fim contornar o prato com fatias de maçã cortadas com casca e em fatias.
Quem quiser pode temperar com qualquer daqueles molhos para saladas ou então apenas com azeite e um pouco de vinagre de maçã ou um molho de iogurte com um pouco de aipo partido finamente.
Neste caso optei por não juntar qualquer tipo de condimento.
sábado, 24 de setembro de 2011
MARMELOS GRATINADOS COM CANELA
Esta época de início de Outono é a altura em que abundam os marmelos.
Confesso não ser grande adepta da marmelada. Talvez porque em miúda ela nunca faltava aos nossos lanches.
Em compensação lembro-me de preferir a geleia.A minha tia fazia-a na perfeição e eu devorava-a com sofreguidão. E quando aparecia uma pevide do marmelo lá vinha o reparo: "Ó tia... esqueceste-te de tirar esta pevide!..."
Anos passados e ... por mais que tente nunca na vida a geleia me sai transparente, dourada e saborosa como aquela que comia noutros tempos.
Numa das últimas idas à aldeia, o meu pai apareceu-me com um enorme cesto de marmelos, a perguntar se os queria.
Bem... querer não queria mas o que eu já sabia era que ele mos dava para que fosse eu a fazer-lhe a marmelada (que ele tanto gosta).
E lá saiu uma empreitada deste doce caseiro tão apreciado, principalmente nas zonas rurais.
Não vou dizer como fiz a marmelada pois já em tempos já dei a receita.
Mas os frutos eram tantos que , depois de cozidos, optei por retirar alguns e fazer uma sobremesa diferente.
Assim:
Lavei bem os marmelos inteiros para lhes tirar aquela penugem que costumam ter na casca.
De seguida, parti-os em 4, descasquei-os e em cada quarto fui tirando fatias grossas, de modo a que a parte mais dura junto às pevides nunca fosse utilizada.
Tinha um recipiente com água fria onde colocava estes bocados.
De seguida , pus a panela ao lume e quando a água ferveu, juntei o marmelo fatiado.
Tapei e deixei cozinhar até ficarem moles.
Retirei-os com a escumadeira. Coloquei num pyrex e polvilhei com açúcar, levando de imediato ao forno a gratinar.
Servi morno, polvilhado com canela.
Se os marmelos estiverem bem madurinhos esta sobremesa fica agradável, sem ser muito enjoativa.
Também aconselho a que se deixe uma fina camada da água da cozedura no fundo do pyrex, pois assim ficam mais sucolentos depois de gratinados.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
BACALHAU À BRÁS
BACALHAU À BRÁS
Mais uma das 1001 maneiras de confeccionar o fiel amigo.
E uma das mais conhecidas, mais clássicas e mais apreciadas maneiras de o cozinhar.
Tempos houve em que era uma ementa que estava presente em todo o lado e fazia parte integrante de todos os casamentos, desde o mais pobre ao mais rico.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. E apesar deste à Brás continuar a ser ainda bastante apreciado, o certo é que quase não faz parte das nossas escolhas em qualquer restaurante, dado que quase caiu em desuso e, como tal, raros são os restaurantes que ainda o apresentam.
E porquê?
Não sei qual o verdadeiro motivo, mas talvez porque demora tempo, dá algum trabalho ou… porque é um prato com um teor de gordura mais elevado do que aquilo que pretendemos numa refeição saudável.
Por isso, e porque leva batatas fritas em palha, um dos cuidados essenciais é mesmo escorrer bem as batatas e de seguida colocá-las sobre papel absorvente.
O outro é não usar óleo mas sim azeite quando se refoga a cebola com o alho.
Para que o resultado final fique na perfeição não devemos usar as batatas palha compradas já empacotadas.
E porque um dia não são dias e este é, na verdade, uma das mais antigas e saborosas maneiras de degustar um prato de bacalhau, ( uns dirão: então o melhor não é o bacalhau com natas?.... a esses eu respondo: esqueçam-no por um dia… pode ter um sabor mais suave, mas…nada como à Brás)
Calorias a mais?
Pois terá…
Mas para reduzir este mal, vamos “dar a volta ao sistema”.
Nada melhor que comer primeiro (à moda de muitos países) um bom prato de salada de alface temperada com limão . Assim, degustando-a devagarinho, acaba por ficar saciada e já não come tanto do prato principal.
Ingredientes:
1 posta de bacalhau por pessoa
Batatas fritas cortadas em palha.
1 cebola grande fatiada finamente
2 dentes de alho
1 folha de louro
1 pitada de pimenta branca
1 raminho de salsa picada (folhas e pezinhos)
1 ovo por pessoa
1 chávena pequenina de leite.
Azeite (q.b.)
Como fazer:
Lavar as batatas inteiras depois de descascadas e escorrer bem
De seguida fatiá-las em palitos finos.
Fritar de seguida, de modo a ficarem bem passadas sem ficarem queimadas.
Colocá-las primeiro num escorredor de rede e de seguida sobre papel absorvente.
Entretanto: cozer o bacalhau.
Quando estiver cozido, retirar do lume e escorrer. Quando estiver morno tirar as peles e espinhas e lascar. Reservar.
Num tacho grande colocar a cebola, o alho, a pimenta branca e a folha do louro. Tapar. Deixar cozinhar em lume brando até a cebola estar bem lourinha. Retirar do lume e reserve.
Retirar o louro.
Agora que já tem o bacalhau desfiado basta juntá-lo ao refogado da cebola. Mexer bem.
Juntar as batatas fritas e ligar tudo com cuidado para que as batatas não fiquem muito desfeitas.
No copo do triturador colocar os ovos com o leite e bater bem a mistura.
Levar o tacho ao lume brando e juntar a mistura do leite com os ovos.
Vai mexendo com cuidado para que os ovos fiquem cozidos.
Por fim, retirar do lume e juntar a salsa picada, ligando tudo novamente.
Nota:
Se não tiver salsa não desespere. Pode sempre usar coentros ou um pé de aipo.
Usar sal ou não depende se o bacalhau está ou não salgado. Pessoalmente nunca ponho sal pois os condimentos chegam para lhe dar o desejado sabor.
Deverá ser acompanhado com salada de alface.
Por cada porção de 100 gr:
159 calorias
7,9 g de hidratos de carbono
10 g de proteínas
9 g de gordura
1,5 g de gorduras saturadas
0,8 g de fibras
1,6 densidade calórica
sexta-feira, 8 de julho de 2011
SALADA DE VERÃO
E se outro alguém disser de seguida ?: “ Bem… sopa não me apetece, mas faz qualquer coisa que não te dê muito trabalho. Olha…. Não quero carne!”.
Ouvi com atenção.
Sopa para um e fazer uma refeição para os outros?
Não! Escolheria algo mais leve que uma vulgar refeição e de preferência igual para todos.
Perguntei-lhes: “ E que tal uma saladinha e no final uma taça de morangos ?”
Pode ser! Disseram!
Mas um deles ainda ripostou: “ ainda não acabaram os morangos do quintal?”
Não! Parece que nunca mais acabam pois ainda têm uma grande camada de flor.
E depois de frigorífico aberto e como refeição escolhida no momento, havia que seleccionar os produtos existentes.
2 fotos. Na 1ª os ingredientes separados:
Alface
Tomate seco
Tomate às rodelas
Milho
Atum
Pimento vermelho
Cenoura
Queijo feta
Bróculos
1 fatia de pão de centeio
Uns temperaram só com um pouco de azeite e limão. Outros com molho pesto.
Até nisso não podia ser igual para todos.
A ementa ideal como preparação para…. As idas à praia e o uso do biquíni
Boas férias PARA UNS.
Bom fim de semana para os outros
quarta-feira, 6 de julho de 2011
PIZZA CASEIRA - 2 VERSÕES
Contam-se pelos dedos as vezes que comemos pizza em qualquer loja da especialidade.
Raramente é certo, mas já algumas vezes as fizemos em casa.
E são, de longe, as nossas preferidas.
Além de escolhermos os ingredientes ao nosso gosto elas acabam por não ser quase só a massa da base como tantas vezes acontece quando as compramos já feitas.
Geralmente e isto porque “o seguro morreu de velho”, e para encurtar tempo, a base costuma ser comprada já feita.
Gostamos da massa bem fina e depois de mais algumas esticadelas com o rolo da massa, ela acaba por não ficar mal de todo.
Desta vez foi diferente.
A minha filha andava há tanto tempo a dizer que ia fazer pizza mas que também fazia a base.
E passando das palavras à acção, e depois de um fim de semana falhado de praia, em que o sol e o tempo quente andaram fugidos, houve tempo mais que suficiente para experimentar uma pizza totalmente caseira.
Ou melhor: duas.
Nada como a fartura!
Resultado final: aprovadíssimas!
Tanto que contava ter refeição para nó as duas no dia seguinte, mas tal não aconteceu.
Os elogios foram muitos e sendo assim, acabaram-se as pizzas feitas em casa com massa já comprada feita, pois a massa base ficou mesmo muito bem.
PIZZA
Para a massa:
5oo gr de farinha tipo 55 sem fermento (deu para 2 pizzas grandes)
Um pouco de sal
4 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de açúcar
3 dl de água
1 pacote de levedura de 25 gr.
Como fazer:
Desfazer a levedura(fermento) num pouco de água morna. Juntar o açúcar.
Noutro recipiente juntar o sal ao azeite e juntar a restante água.
Abrir um buraco no monte da farinha e deitar o fermento já desfeito.
Juntar os restantes ingredientes e amassar e sovar bem a massa
Quando ela estiver bem batida e sovada e com aspecto de massa elástica, deitar num alguidar passado por um pouco de óleo. Tapar com um pano e colocar num sítio que não seja frio. (ela colocou-o dentro do fogão – não aquecido- e deixou ficar durante cerca de duas horas a descansar).
Findo este tempo, trabalhar a massa sobre uma mesa de pedra, previamente polvilhada com farinha. Sovar bem. Esticar várias vezes e em vários sentidos com o rolo da massa.
Colocar a massa num tabuleiro e colocar os ingredientes a gosto.
Para o recheio: comum às duas pizzas
Para cada pizza: uma embalagem pequena de concentrado de tomate – usei Compal
Uma embalagem de queijo Mozarella (250 gr)
Oregãos
Pizza vegetariana:
De Fiambre com ananás
Ananás partido aos pedacinhos pequenos
Fiambre –(compramos já cortado em cubos)
Cebola em fatias finíssimas
Forno:
Pré-aquecido durante 10 m.
podem ver a massa base ficou bem fina)
